Lógica - É o ramo da
filosofia que estuda a validade ou não do argumento racional através da análise
de sua forma e da sua estrutura. Procurando assim, o método ideal de
raciocínio, análise e pesquisa.
Ética - Reflexão racional
sobre o agir humano, sob o ponto de vista das noções de bem e mal, do justo e
injusto. Buscando, a partir daí, os valores capazes de melhorar a vida
individual e soci-al do ser humano.
Filosofia Política - Estudo
dos modelos sociais e políticos, assim como, a busca de princípios ideais para
a construção de uma ordem social mais justa.
Estética - Reflexão e estudo sobre as
diversas manifestações do Belo através da arte e da cultura em geral. E também,
a influência da arte no nosso cotidiano.
Metafísica -Também
chamada de ontologia (estudo do SER), é o estudo da ‘realidade ultima’ das
coisas; daquilo que ultrapassa o mundo físico (ou natu-ral).
Antropologia Filosófica -
Estudo e busca da verdadeira natureza do homem (em si), assim como, o seu papel
de SER e AGENTE da história.
Filosofia da Ciência - Chamada
também de Epistemologia, estuda o conhecimento científico, assim como, os
métodos, princípios de pesquisa e justificativas utilizadas pelos cientistas.
Teoria do Conhecimento - Denominada
também como Gnosiologia, estuda as diversas formas de conhecer e apreender a
realidade; pesquisando também a origem, os fundamentos e a importância do
conhecimento.
História da Filosofia - Reflexão
criteriosa da evolução do pensamento humano através do estudo dos temas,
problemas e soluções apresentadas pelos diversos filósofos ao longo da
história.
Qual a
origem do conhecimento: a razão ou a experiência?
Racionalismo
A razão é
a fonte principal do conhecimento.
O
conhecimento sensível é considerado enganador.
As
representações da razão são as mais certas, e as únicas que podem conduzir ao conhecimento.
Objetivo: atingir verdades indiscutíveis,
deduzidas logicamente, a partir de uma evidência irrefutável.
Dúvida
Metódica: todos
os dados do sentidos o podem enganar.
Primeira
Evidência. Ao pôr
tudo em dúvida descobre que a única coisa que resiste à própria dúvida é a
razão. Esta seria a primeira verdade absoluta da filosofia. "Eu penso,
logo existo" (cogito).
Ideias
inatas. Descobre
ainda que possuímos ideias, como a ideia de perfeição, que se impõem à razão
como verdadeiras, mas que não derivam da experiência, nem foram por nós
criadas. Atribui a sua criação a Deus (prova da existência de
Deus).
Deus
garantia da verdade. Sendo a
bondade um dos atributos de Deus, certamente que Ele não nos enganar, logo as
ideias inatas são verdadeiras. Deus é assim, a garantia da possibilidade do
acesso à verdade.
Dualismo. Deduz uma divisão nas coisas:
Aquilo
cuja existência se revelou irrefutável, corresponde àrazão
("pensamento", "espírito", "alma" ou
"entendimento").
Aquilo
que levanta dúvidas, corresponde ao mundo exterior (corpos físicos).
Dedução. Só com base nestas ideias
claras e distintas, se pode construir um conhecimento universal e
necessário.
Empirismo
Para
o empirismo a experiência é a fonte de todo o conhecimento, mas também o
seu limite. Os empiristas negam a existência de ideias inatas, como
defendiam Platão e Descartes. A mente está vazia antes de receber qualquer tipo
de informação proveniente dos sentidos.
Tipos de
Conhecimento segundo Hume:
1.
Conhecimento resultante das relações entre ideias. Nesta categoria inclui a
aritmética, a algebra e geometria. Estamos perante raciocínios demonstrativos,
cujas conclusões são independentes da realidade e se apresentam como
necessárias.
2.
Conhecimento resultante da relação entre factos. Estes raciocínios são
indutivos, logo apenas prováveis. Correspondem em geral a relações de
causa-efeito.
3.
Criticismo
Kant
(1724-1804). Todo o
conhecimento inicia-se com a experiência, mas este é organizado pelas
estruturas a priori do sujeito. Segundo Kant o conhecimento é a
síntese do dado na nossa sensibilidade (fenómeno) e daquilo que o nosso
entendimento produz por si (conceitos). O conhecimento nunca é pois, o
conhecimento das coisas "em si", mas das coisas "em
nós".
Sensibilidade
A
sensibilidade é uma faculdade que nos permite receber ou perceber objectos mediante
impressões (sensações) através dos sentidos externos. Estas impressões são
percepcionadas no espaço e no tempo, formas puras (vazias) que
fazem parte das estruturas cognitivas inatas do sujeito. Elas são a condição
indispensável para que possamos ter acesso ao conhecimento sensível
(empírico).
Entendimento
O
entendimento é uma faculdade que nos permite dar forma, unificar e ordenar os
dados recebidos da sensibilidade. Para produzir conhecimentos (juízos) utiliza 12categorias (causa, substância, etc), cuja função é estabelecer relações
entre fenómenos (julgamentos). Os juízos são pois operações de interpretação e
organização dos dados sensoriais. O conhecimento resulta da aplicação destas
categorias (conceitos puros) à experiência.
Classificou os juízos em três
tipos:
Juízos
Analíticos. Ex.
"O triângulo tem três lados". O predicado está contido sujeito.
Trata-se de um juízo a priori, isto é, não está dependente da experiência. Este
tipo de juízo é universal e necessário.
Juízos
Sintéticos.
Ex."Os lisboetas medem mais do que 1,3 metros de altura". O predicado
acrescenta elementos novos ao sujeito. Trata-se de um juízo a posteriori, pois
assenta em dados da experiência e carece da mesma como comprova. Este tipo de
juízo não é universal, nem necessário.
Juízos
Sintéticos a priori (a sua principal inovação teórica).Ex.
"Uma recta é a menor distância entre dois pontos". Este juízo
acrescenta algo de novo ao sujeito, mas não está dependente da experiência.
Este tipo de juízo é universal e necessário.
Razão
A razão
tem a função de sintetizar os conhecimentos, dando-lhes uma unidade mais
elevada. Não trabalha sobre os conhecimentos sensoriais, mas sobre os juízos do
entendimento. Elabora juízos dos juízos, produzindo "ideias"
que ultrapassam os limites da experiência.
A
dúvida metódica cartesiana se realizou em três etapas: a dúvida sensível, a
dúvida do sonho e a dúvida metafísica O contexto do
surgimento do racionalismo cartesiano (Descartes -1596–1650) - Tempo de profunda
crise da sociedade; - Transição entre
uma tradição que sobrevivia e outra que estava surgindo; - Nova visão de
mundo. - Nova maneira de
se considerar o mundo físico (Copérnico e Galileu). A dúvida metódica
A etapa inicial da argumentação cartesiana coloca tudo em questão;
Duvida de tudo: senso comum, argumento de autoridade, testemunho dos sentidos, das informações da consciência, da realidade do exterior e do próprio corpo.
Descartes lança as hipóteses do sonho enganador, do erro dos sentidos e do gênio malvado.
Cogito, ergo sum
Para Descartes, a dúvidas se interrompe diante do seu próprio ser.
Se duvido, penso: e, se, penso, logo existo.
Grande modificação no pensamento moderno: a crença na autonomia do pensamento;
A certeza é possível porque o espírito humano já possui ideias gerais, claras e distintas que são inatas não sujeitas ao erro.
A primeira ideia inata é a nossa descoberta como seres pensantes.
Para Descartes o erro resulta do mau uso da razão.
Método para obtenção da certeza:
1º Nunca aceitar algo como verdadeiro sem conhecê-lo evidentemente como tal: (excluir qualquer possibilidade de dúvida).
2º Dividir o problema em tantas partes quantas fossem necessárias para melhor poder resolvê-lo.
3º Conduzir por ordem os pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer.
4º Por último, a quarta, sempre fazer enumerações tão completas, revisões tão gerais, que tivesse certeza de nada ter omitido.
Rondônia é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado na região Norte e tem como limites os estados do Mato Grosso a leste, Amazonas ao norte, Acre a oeste e a República da Bolívia a oeste e sul. O estado possui 52 municípios e ocupa uma área de 237.590,547 km², equivalente ao território da Romênia e quase cinco vezes maior que a Croácia. Sua capital e município mais populoso é Porto Velho, banhada pelo rio Madeira. Além desta, há outras cidades importantes como Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Jaru, Rolim de Moura e Vilhena.
O estado de Rondônia está situado ao sul da Linha do Equador, sendo atravessado pelo paralelo de 10º Sul e estando “encaixado” entre os meridianos de 60º 0 e 65º 0. Observe no mapa.
É o terceiro estado mais populoso da Região Norte, com seus 1.748 531 habitantes em 2014, sendo superado apenas pelo estado do Pará e Amazonas. No entanto, apenas três de seus municípios possuem população acima de 100 mil habitantes: Porto Velho, a capital e sua maior cidade com 494 mil habitantes em 2013, Ji-Paraná, com quase 130 mil habitantes e Ariquemes, com 102 mil.2
A população rondoniense é uma das mais diversificadas do Brasil, composta de migrantes
oriundos de todas as regiões do país, dentre os quais destacam-se os
goianos, paranaenses, paulistas, mineiros, gaúchos, capixabas, baianos,
mato grossenses e sergipanos (cuja presença é marcante nas cidades do interior do estado), além de cearenses, maranhenses, amazonenses e acreanos, que fixaram-se na capital,
preservando-se ainda os fortes traços amazônicos da população nativa
nas cidades banhadas por grandes rios, sobretudo em Porto Velho e Guajará-Mirim, as duas cidades mais antigas do estado. Também é o terceiro estado mais rico da Região Norte, responsável por 11,7% do PIB da região. Apesar de ser um estado jovem (criado em 1982), possui o terceiro melhor Índice de Desenvolvimento Humano, o segundo maior PIB per capita, a segunda menor taxa de mortalidade infantil e a terceira menor taxa de analfabetismo entre todos os estados das regiões Norte e Nordeste do país, além da segunda maior teledensidade do Brasil.
Entre 2002 e 2010 o estado apresentou 63,9% de crescimento acumulado do PIB, sendo o 2º estado brasileiro que mais cresceu no período6 . Rondônia possui ainda a menor incidência de pobreza, o melhor desempenho na avaliação do PISA 2009 entre todos os estados das regiões Norte e Nordeste e também a 4ª melhor distribuição de renda de todo o Brasil.
O relevo é suavemente ondulado; 94% do território encontra-se entre as altitudes de 100 e 600 metros. Madeira, Ji-Paraná, Guaporé e Mamoré são os rios principais. O clima é equatorial e a economia é baseada na pecuária e na agricultura (café, cacau, arroz, mandioca, milho) e no extrativismo da madeira, de minérios e da borracha.
Atualmente, o estado passa por grandes transformações no cenário ambiental: enchentes, infestações de mosquitos e outros advindos das alterações no meio ambiente. O grande fator impactante ocorrido nos últimos anos de deve a construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. Antes, porém, fatores como derrubadas, queimadas, exploração de madeira, exploração garimpeira, associadas a dinâmica pecuarista exigiram uma nova conscientização quanto a mudança dos conceitos de produção sem degradação.
Por ser um estado localizado na Amazônia Ocidental Brasileira, muita coisa ainda tem que ser realinhada no cenário produtivo de forma que seu crescimento acelerado não venha a causar impactos irreversível no futuro e as pessoas e, principalmente as empresas que vislumbram investimentos possa ter a consciência de que é necessário utilizar os recursos naturais, porem de forma equilibrada e racional.
Depois de muitos anos atuando na educação básica, particularmente na área técnica-pedagógica, vale apenas confrontar o pensamento sobre a escola vista pela perspectiva dos que apenas ensaiam metodologias daqueles que verdadeiramente vivem e atuam no interior dos estabelecimento educacionais brasileiros. Não é nenhuma insensatez afirmar que a escola atual preconiza o fracasso do aluno, e isso não é apenas por má gestão administrativa e pedagógica, nem tão pouco pela falta de qualidade das ações dos professores, que engessado pela falta de políticas de valorização dos governos acabam atuando como meros espectadores do seu próprio fracasso como protagonistas da formação e mudança de opinião. Parece que a sociedade percebeu a escola como depósito de crianças e adolescentes. O que se vê são alunos descompromissados com o seu próprio futuro, se considerarmos que o futuro é consequência de uma boa educação. Esta visão é constatada sobre vários aspectos como: a falta de atenção, baixo nível de aprendizado em relação ao ano/série em que os mesmos se encontram e falta de valorização às disciplinas das áreas humanas. Certamente esses fatores também advém da família, ou pela falta de acompanhamento dos familiares aos seus filhos. A instituição família e escola deveriam caminhar juntas, no sentido de encarar de frente esse problemas, e insistir na motivação para o aprendizado. No entanto, os pais só aparecem na escola por ocasião das famosas reuniões de pais. Essa visão deixa claro a falta de compromisso destes que deveriam promover o bem estar e o futuro prospero dos filhos.
Neste sentido, a escola passa a estimular o fracasso do aluno, quando não tem forças nem apoio para demandar ações que levem o aluno a buscar sua emancipação educativa. O que temos são alunos apáticos, que não gostam de ler, pesquisar e nem tão pouco discutir ideias e temas do seu próprio cotidiano. Para esses alunos ficar na sala de aula constitui-se em um grande sacrifício. Essa escola é extremamente insatisfatória, quando analisada do ponto de vista quantitativo e, sobretudo, qualitativo, uma vez passa, mesmo sem querer a legitimar as desigualdades sociais.
Para CECCON (1984, p. 10), “Ninguém está contente com a escola”. Na verdade, ninguém quer assumir seu papel de responsabilidade para com ela. A família por ser geralmente leiga, despreparada, não consegue ajudar seus filhos, deixando-os a cargo da escola. Os professores, por sua vez, desmotivados pelas condições de trabalho, com programas extensos, com excesso de alunos em sala, pouco preparados, acreditam ser da família o dever de educar a criança e se omitem, “para os pais, as professoras cometem equívocos quando avaliam seus filhos: muitas vezes não há parecença alguma entre a criança da sala de aula e aquela de casa” (Mello apud PATTO, 1990, p. XI).
A criança que se educa apenas neste contexto, sem oportunidades e orientações que a subsidiem, torna-se alvo de manipulação social, chegando na fase adulta desqualificada para o mercado de trabalho, o que a leva a engrossar a lista de desempregados ou mesmo de mão de obra desqualificada e, consequentemente, barata.
Neste cenário há os que ainda acreditam em uma allternaativa imediata ou a médio prazo para os problemas pelos quais passa o sistema educaacional brasileiro e os céticos que depois de vivenciarem todas as incertezas e promessas não cumprridas aprenderam a aceitar passivamente a condição de educador desmotivado e sem perspectiva de melhora, e simplesmente atuam na escola apáaticos aos acontecimentos.
Acreditar em uma escola melhor é vivê-la pelo lado de dentro e a cada dia buscar novas perspectivas de, mesmo vivenciando um caldeirão de dificuldades procurar incentivos para fazer a diferença pedagógica e vislumbrar a qualidade do ensino como se isso fosse, não somente a fonte da sabedoria mais o resgate de crianças e adolescentes para a realidade do mundo onde os mesmos vivem e capacitá-los para enfrentar esse mesmo mundo como agentes do seu próprio futuro.
Pensadores das últimas décadas Produção
marcada pela crítica e pela diferença em relação ao projeto de modernidade. A
razão tecnocientífica favorece a emancipação humana. Traça
comum entre os filósofos pós modernos: Compreensão
e de transformação conjunta da vida social.
Cenário desalentador: miséria,
desigualdades sociais extremas, catástrofes ambientais, guerras, dominação dos
países desenvolvidos...
Visão fragmentada:
Denuncia
as formas de opressão da vida cotidiana Analise
preocupada com as singularidades, as particularidades e as diversidades do
real. O
mérito seria a valorização das pluralidades culturais.
Michel Foucault:
As
sociedades modernas apresentam uma nova organização do poder – micropoderes.
Jacques Derrida:
Toda
filosofia produzida no ocidente partilha a ideia de construção e unificação
teórica.
Logocentrismo:
Deus, homem, verdade (antítese).
Desconstrução
principalmente da noção de razão e de sujeito – estrutura essencial da cultura.
Doutrina filosófica que tem
como objeto o processo pelo qual se estrutura o conhecimento. Estabelecida a partir das
críticas ao empirismo e ao racionalismo. Tentativa de superação entre
o dogmatismo e o ceticismo.
Para
Kant:
O
ser humano é dotado de razão e liberdade;
A
filosofia deve responder a quatro questões fundamentais:
O
que posso saber? Como
devo agir? O
que posso esperar? O
que é o ser humano?
Caracteriza-se por:
Considerar que a análise
crítica da possibilidade, da origem, do valor, das leis e dos limites do conhecimento racional é o ponto de partida da reflexão filosófica.
Objetivo principal: a critica
das faculdades cognitivas do homem, no sentido de conhecermos os seus limites.
Em consequência dessa «crítica», foi levado à negação da possibilidade de a razão humana conhecer a essência das coisas.
Metódica:
ampliando passo a passo de modo ordenado e lógico;
Radical:
ponto extremo em que não é possível ter certeza de nada, nem mesmo de que o
mundo existe.
Primeiras
Determinações:
analisar as ideias ou crenças básicas que fundamentam as opiniões.
O argumento dos
erros dos sentidos:
O
conhecimento originado das percepções sensoriais não é confiável, pois muitas
vezes elas nos enganam.
O argumento dos
sonhos:
Nada
pode garantir que o que percebe ao seu redor não seja uma ilusão onírica. Dúvida sobre as
ideias que nascem da razão: Ideia
que não desperta dúvida – não depende de objetos externos (matemática).
O argumento do
Deus enganador:
Qualquer
ideia dos sentidos ou da razão pode ser enganosa.
PENSAMENTO
DO SECULO XX – FILOSOFIA ANALITICA - 3º ANO
FILOSOFIA
ANALÍTICA (Sec. 20): procura esclarecer o sentido das palavras, expressões e
seu uso no discurso cientifico e filosófico. Precursor:
Johann Gottlob Frege (Matemático alemão). Vertentes
de investigação filosófica: a)Positivismo
lógico – centrado nos fatos e na lógica; b)Filosofia
da linguagem – linguagem informal e cotidiana. FREGE
propôs a constituição de uma linguagem formal que restringisse os
inconvenientes e as imprecisões da linguagem comum.
ANALISE
LÒGICA DA LINGUAGEM (BERTRAND RUSSEL – Filosofo e matemático britânico).
Principia
Mathematica – mais importante contribuição à lógica desde os trabalhos de
Aristóteles. Toda
matemática pura advém dos princípios da lógica. AMPLIAÇÂO
DA TESE – fundamentos lógicos do conhecimento em geral. Pressupostos
lógico da racionalidade. Muitos
problemas filosóficos advém de falsos problemas – erros de linguagem (Análise
lógica). – Necessário investigar os termos lógicos, conceitos e proposições
linguísticas.
JOGOS
DE LLINGUAGEM (LUDWIG WITTGESTEIN – filosofo e matemático Austríaco).
-
Analise lógica -
Jogos de linguagens. 1ª
Fase: Estrutura da linguagem – deveria corresponder a realidade. 2ª
Fase: A linguagem passa a determinar a concepção da realidade.
QUESTÕES: O
que é existencialismo. Descreva
as concepções da filosofia analítica.
Quais as possibilidades do conhecimento humano? Correntes filosóficas: - Ceticismo - Dogmatismo.
VERDADE: relação entre o que se pensa e a realidade.
- Conhecimento verdadeiro. - Como o objeto é – sua essência.
DOGMATISMO: Doutrina que defende a possibilidade de
atingirmos a verdade.
Dogmatismo ingênuo: confia nas possibilidades do
nosso conhecimento (senso comum). Dogmatismo critico: possibilidade de conhecer aa
verdade com o esforço dos sentidos e da inteligência.
CETICISMO: Doutrina que duvida ou nega a
possibilidade de conhecer a verdade.
Ceticismo absoluto: Impossível conhecer a verdade
devido duas fontes de erro: os sentidos e a razão. Ceticismo relativo: Nega parcialmente a
possibilidade de conhecer a verdade. Doutrinas que manifestam o ceticismo absoluto: a)Subjetivismo
– A verdade é uma construção humana (Pitágoras). b)Relativismo
– verdades relativas a tempo, espaço social e contexto histórico. c)Probabilismo
– Não se pode atingir a certeza plena, apenas a verdade provável. d)O
Pragmatismo – Verdadeiro é o que é útil, que serve as pessoas em sua vida
pratica.