domingo, 17 de maio de 2015

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM


Linguagem: Instrumento que nos permite pensar e comunicar o pensamento;
Estabelecer diálogos;
Dar sentido à realidade que nos cerca.

Linguagem verbal:
Oral;
Escrita.
Símbolos

Estrutura da linguagem:
Sistema de signos (Charles Sanders Peirce).
Coisa que está no lugar de outra sob algum aspecto.

Representação do objeto:
Fotografia;
Desenho;
Palavra;
Som.

Tipos de linguagem: 
Matemática;
De computador;
As línguas diversas;
Artísticas;
Gestuais

Pragmaticismo:
A ideia que temos de qualquer objeto é igual a soma de todos os seus efeitos práticos imagináveis.

QUESTÕES:
Descrever a importância da linguagem (1º B);

Pesquisa: 
O que é pragmatismo?
 Ideologia?



terça-feira, 12 de maio de 2015

FILOSOFIA: PENSAR PRA QUÊ?

A experiência em sala de aula é um verdadeiro laboratório onde o professor experimenta momentos de felicidades, quando percebe a atenção e curiosidade do aluno pelos conteúdos posto para a aprendizagem, e triste quando a postura discente não corresponde ao esperado, seja por um fator ou outro de interferência. Atualmente, a realidade das salas de aula, não cria muita expectativa para o mais entusiasmado dos professores brasileiros que atuam na educação básica.
Se os professores das áreas exatas reclamam da falta de atenção por parte dos alunos, os que atuam nas áreas humanas vivem um verdadeiro suplicio na tentativa de tornar suas aulas interessantes e atrativas no sentido de que haja participação dos alunos. A filosofia é uma dessas disciplinas que ao proporcionar debate e discussões de temas do cotidiano e da existência humana tenta em vão proporcionar momentos de raciocínio sobre o próprio viver das pessoas.
Nesse sentido, a prática docente no ensino de filosofia favorece o desenvolvimento contínuo do educando na medida em ela propicia o reconhecimento do saber do outro, dando  significado ao que não é sistematizado. A questão enfatizada pelos docentes que atuam nessa área do conhecimento é mesmo a questão da alienação dos alunos ao exercício do pensamento, do raciocínio e da assimilação da teoria filosófica com a pratica. Para muitos parece não ter sentido estudar filosofia, e relegam ao desprezo temas que poderia mudar sua forma de analisar a própria realidade onde vive.
Daí a importância de uma educação de base filosófica, mesmo nos níveis mais elementares da formação escolar individual, para que desde cedo as crianças aprendam a questionar, analisar criticamente e divergir (quando for o caso) das opiniões e conceitos pré-estabelecidos.
Reconhecendo que um dos grandes problemas da educação tradicional é a ausência da participação dos alunos durante as aulas, temos a ideia do quão desmotivador pode ser o ensino em qualquer área, quando a contribuição individual de cada aluno não é estimulada efetivamente. O aprendizado, em vez de prazeroso, torna-se uma simples obrigação que em muito pouco irá impelir o indivíduo a fazer o máximo uso das suas aptidões, uma vez que, estará desatrelado da sua vida cotidiana.
Para muitos pesquisadores,  e na visão de muitos professores, essa é uma consequência do sistema educacional brasileiro que de muitas formas estimula o fracasso do alunos, quando não valoriza o trabalho docente e tenta de todas as forma promover os discentes, esmo sem ter os conhecimentos necessários para os anos/série em que estão, principalmente no ensino médio que deveria ser formado alunos devidamente conscientes do seu papel como ser e como atores sociais, agora e no futuro. Pensar pra que?
 
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domingo, 10 de maio de 2015

A AÇÃO EXTRACLASSE COMO FATOR MOTIVACIONAL PARA ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

Muito se fala sobre a necessidade do emprego de novas metodologias como forma de, a partir da atração ao ambiente escolar, os alunos se sintam motivados a buscar conhecimentos e criar perspectivas e objetivos futuros em relação ao que almejam como profissionais do amanhã. Não se pode negar que muitas professores trabalham com metodologias inovadoras, cuja intenção é fazer com que os alunos se sintam atraídos pela busca do saber.
Nesta perspectiva, os alunos do 2º ano A, do Instituto Estadual de Educação Carmela Dutra, em Porto Velho/RO, protagonizaram uma verdadeira obra de arte na tarde do dia 08 de maio de 2015. Com uma peça teatral intitulada "Deu a louca nos contos de fadas", apresentaram no teatro da escola, a referida peça arrancando muitos aplausos das demais turmas de alunos que se fizeram presentes para prestigiar a ação dos colegas.
A questão deve ser analisada não somente pelo ponto de vista de uma bela apresentação, mas sobremaneira pelo protagonismo dos alunos que pesquisaram e procuraram fazer com os personagens estivessem muito bem caracterizados de forma que evidenciassem  a simpatia e a admiração do púbico.
Da mesma forma, esse tipo de trabalho, além de elevar a auto estima dos alunos, traz significativas aprendizagem interdisciplinar, uma vez que os mesmos, quando se dedicam a uma ação extraclasse, não estão apenas trabalhando como uma disciplina, mais com vários campos do saber.
O incentivo a pesquisa, muito deficiente no ensino médio, é outro fator preponderante que estar sendo exercitado nessas ações. O aluno começa a dar sentido ao saber e assim começa a pensar e fazer correlações ao que aprende, com a realidade em que vive.
Ações desse tipo precisam ser mais desenvolvidas nos ambientes escolares, pois os alunos precisam perceber que a aquisição do conhecimento é sem dúvida a única forma de ter qualidade de vida no futuro. E as escolas por sua vez precisam subsidiar os professores para o exercício dessas praticas pedagógicas, cujo objetivo é elevar a qualidade do ensino e tornar a sala de aula atrativa e significativa para os alunos.
 

RESUMO DA AULA: ÉTICA E MORAL

O QUE É ÉTICA?
Estudo sobre os costumes ou sobre as ações humanas.

ÉTICA - Disciplina filosófica:
Estuda os julgamentos de valores na medida em que estes se relacionam com a distinção entre o bem e o mal.
A ética é a teoria ou ciência que estuda o comportamento moral dos homens em sociedade.

MORAL
Conjunto de normas e regras, baseado nos costumes e nas tradições de cada sociedade, em um determinado tempo, segundo os preceitos socialmente estabelecidos pela própria sociedade ou por determinado grupo social


MORAL --------------- ÉTICA
                                              Dever, obrigação moral, conduta correta

  Várias moral – muda de acordo com a cultura.

A ética faz as seguintes perguntas: isto é correto? Isto é justo?
Liberdade para decidir entre o bem e o mal.
Liberdade para decidir sobre o certo e o errado.
Liberdade de conduta.
Liberdade com responsabilidade.


 
 
 


RESUMO DA AULA: POLIS E FILOSOFIA - PASSAGEM DO MITO A RAZÃO

Surgimento da filosofia:
Grécia antiga, em V.I a.c.
Época em que os deuses eram a explicação de tudo.
Forma de conhecimento capaz de explicar as diversas mudanças e maravilhas que ocorriam na natureza.

A filosofia se constitui:
Uma passagem do mito ao logos (razão).
Conhecimento racional - deixa a recorrência dos deuses para a explicação da vida. Começa-se um novo rumo da história do pensamento.

Fatores colaboradores para o surgimento da filosofia:
As viagens marítimas;
A invenção do calendário;
A invenção da moeda;
O surgimento da vida urbana;
A escrita alfabética e;
A invenção da política.

Mito:
Eram porta-vozes dos deuses - verdade absoluta ou dogma.
Os mitos explicavam as cosmogonias (o surgimento do mundo) e as teogonias (o surgimento dos deuses).
Essas histórias eram transmitidas de geração em geração.

Razão:
Procura descrever o sentido da memória, da imaginação, da sensação e da percepção.
Investiga os maiores detalhes de nossas experiências.
Encontra as respostas possíveis para nossas indagações.



O DIÁLOGO: RESUMO DA AULA DE FILOSOFIA

A palavra diálogo vem do grego:
logos – sentido, palavra.
dia – através de

Diálogo em filosofia representa:
Processo de busca da verdade através de perguntas e respostas (Sócrates e Platão.
Característica própria e única do ser humano.
Acesso ao pensamento e à representação.

Platão: o pensamento é o diálogo da alma consigo mesma.
Processo de elaboração do pensamento,
Dialética - arte do diálogo ou da discussão.

Sócrates:
O interlocutor procura uma verdade que este pensava já possuir (Método).
Da opinião à verdade, do particular ao universal, o diálogo é o próprio caminho da filosofia.

 


domingo, 3 de maio de 2015

PROFESSOR E A REALIDADE EDUCACIONAL BRASILEIRA

Atualmente vivemos imbuídos de tantas responsabilidades que poucas vezes ou quase nunca paramos para pensar sobre o real significado da palavra educação. Tentando encontrar algumas respostas para um assunto tão importante para a humanidade muitos filósofos e pesquisadores das mais diferentes áreas do conhecimento se empenharam nessa aventura.
Na literatura filosófica poderíamos elencar inúmeras doutrinas que tratam do tema sobre os mais diversos aspectos. O existencialismo, o racionalismo, o criticismo ou mesmo o ceticismo nos dariam subsídios suficientes para debater o tema sobre os mais diferentes ângulos e enfim obter algumas respostas ou conceitos necessários para evidenciar as respostas que tanto necessitamos.
Para o filósofo teórico da área da pedagogia René Hubert, a educação é um conjunto de ações e influências exercidas voluntariamente por um ser humano em outro, normalmente de um adulto em um jovem. Essas ações pretendem alcançar um determinado propósito no indivíduo para que ele possa desempenhar alguma função nos contextos sociais, econômicos, culturais e políticos de uma sociedade.
Em uma outra vertente, considerando a educação como um fator de origem técnica poderíamos dizer que a mesma é o processo contínuo de desenvolvimento das faculdades físicas, intelectuais e morais do ser humano, a fim de melhor se integrar na sociedade ou no seu próprio grupo. Essa concepção advém da origem da palavra em latim, educations, que significa todo o processo contínuo de formação e ensino aprendizagem que faz parte do currículo dos estabelecimentos oficializados de ensino, sejam eles públicos ou privados.
Na ponta das discussões educacionais está o professor, que apesar de exercer um importante papel na sociedade, atualmente estar relegado ao abandono e as vistas das autoridades, particularmente no Brasil, que assistimos todos os dias esses profissionais serem marginalizados pelos governos, que não vislumbram políticas de valorização. Devemos ter em mente que os professores exercem um papel insubstituível no processo da transformação social.
Da mesma forma é necessário pensar que a atividade docente não estar atrelada apenas à racionalidade técnica , como apenas executores de decisões alheias, mas , cidadãos com competência e habilidade na capacidade de decidir, produzindo novos conhecimentos para a teoria e prática de ensinar voltada à mudança de opinião dos alunos.
O professor do século XXI, deve ser um profissional da educação que elabora com criatividade conhecimentos teóricos e críticos sobre a realidade. Nessa era da tecnologia, os professores devem ser encarados e considerados como parceiros/autores na transformação da qualidade social da escola, compreendendo os contextos históricos, sociais , culturais e organizacionais que fazem parte e interferem na sua atividade docente.
Cabe então aos professores do século XXI a tarefa de apontar caminhos institucionais (coletivamente) para enfrentamento das novas demandas do mundo contemporâneo, com competência do conhecimento, com profissionalismo ético e consciência política.
Só assim, estaremos aptos a oferecer oportunidades educacionais aos nossos alunos para construir e reconstruir saberes à luz do pensamento reflexivo e crítico entre as transformações sociais e a formação humana, usando para isso a compreensão e a proposição do real, sem deixar se seduzir pelos caminhos deslumbrantes dos anúncios publicitários, pelas opiniões tendenciosas da mídia.
Ser professor, portando no contexto atual é assumir uma vocação de trabalhar para fazer o bem as pessoas sem esperar nada em troca. É decidir valorizar a si mesmo sem esperar visibilidade social ou qualquer outro tipo de monção honrosa, muito menos perspectivas de ascensão econômica ou salarial, pois os discursos políticos nem as ações governamentais evidenciam tais esperanças. No entanto, se existe algo que jamais se desfaz para o professor é a esperança.

Fonte: http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/professor.htm