domingo, 18 de outubro de 2015

AULA DE FILOSOFIA: BELEZA – O QUE É O BELO?

Estética: ramo da filosofia que estuda racionalmente o belo.
Questões:
- O que é o belo?
- Beleza é algo objetivo?
- Muda de acordo com o tempo?
- Muda de acordo com o lugar?
- Muda de pessoa para pessoa?

O ser humano pode fazer juízos (dizer o que são coisas)..
Juízos de valor (julgar se determinada coisa é boa, ruim, agradável, bonita, feia, etc...)
- Juízo moral;
- Juízo estético.

Platão:
O belo está ligado a uma essência universal.
Não depende de quem observa, pois está contido no próprio objeto

Padrões de beleza da arte (criado na Grécia há mais de vinte séculos).
Simetria, ordem e proporção.
Discussão filosófica:
Para alguns filósofos a beleza é algo que está objetivamente nas coisas;
Para outros é apenas um juízo subjetivo, pessoal e intransferível.

Atividades:
Descrever a definição de beleza (belo) para os filósofos:
a) Idealistas;
b) materialistas-empiristas;
c) Immanuel Kant;
d) Georg W. Friedrich Hgel
e) Arthur Schopenhauer.

Existe feiura mais bela do que a beleza?

Existe beleza mais feia do que a feiura?






sábado, 17 de outubro de 2015

AULA DE FILOSOFIA: RAZÃO E EXPERIENCIAS – AS BASES DA CIÊNCIA MODERNA

As conquistas e realizações renascentistas deixaram a maioria das pessoas desorientadas e desconfiadas. O que representaria a cidade, o império ou a igreja diante de um universo infinito.

Problemas e conceitos fundamentais da filosofia moderna
1. A busca de um ponto fixo
Com a divulgação da nova cosmologia, uma das concepções fundamentais até então – a noção aristotélica de espaço hierarquizado foi aos pouco substituída pelo conceito de espaço homogêneo.
Todos os lugares seguem a mesma lei – Novo ponto fixo a razão.

2. O mundo como representação
Até a idade média – noção de que a realidade se apresenta diretamente as pessoas, mostra-se por si mesmo a mente (realismo).
A realidade não é mais apresentada a mente mas representada por ela.

3. A procura de um método
Busca de uma base segura que garantisse a verdade de um raciocínio.
Método matemático.

Atividades:
Identifique e explique pelo menos três consequências da revolução espiritual causada pela descoberta de que a terra não era o centro do universo, determinantes na produção filosófica do indivíduo moderno.


AULA DE FILOSOFIA: HISTÓRIA DA FILOSOFIA

HISTÓRIA DA FILOSOFIA

FILOSOFIA ANTIGA (Desde o século VII, na Grécia)
FILOSOFIA MEDIEVAL (Desde a queda do Império Romano e a expansão do cristianismo, Sec. V)
FILOSOFIA MODERNA (Desde o Renascimento, Sec. XV)
FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA (De meados do Sec. XIX)
Pré--socráticos
Patrística
Filosofia renascentista
Idealismo alemão
Filosofia clássica
Escolástica
Racionalismo e empirismo
Materialismo dialético
Filosofia helenista
Filósofos europeus não restritos a tradição cristã
Iluminismo
Positivismo
Filosofia greco-romana
Filósofos europeus e não cristão

Utilitarismo



Filosofia analítica



Outros...

GRANDES ÁREAS DA FILOSOFIA
Epistemologia e Filosofia da Ciência: Estuda a natureza do conhecimento obtido nas diversas ciências.
Estética: Percepção pelos sentidos, sensação.
Ética ou filosofia moral: Investiga os diversos sistemas morais elaborados pelas sociedades humanas.
Filosofia da linguagem: Reflexão filosófica sobre a linguagem com o pensamento, com o conhecimento da verdade e com o mundo.
Filosofia política: Reflexão filosófica sobre as questões políticas e as relações humanas em sentido coletivo.
Lógica: Estuda os raciocínios ou argumentos com o objetivo de conhecer os princípios e as regras gerais de sua validade e correção.
Metafísica: Estudo do ser enquanto ser, ou seja, o que algo é em si, suas propriedades, causas e princípios primeiros.




domingo, 4 de outubro de 2015

AULA: A ESTÉTICA

Estética – termo grego aisthetiké – perceptível pelos sentidos (agradável e belo).

Alexander Baumgarten (1714-17762): primeiro a utilizar o termo estética: teoria do belo e das suas manifestações através da arte.
Immanuel Kante(1724-1804): estudo das condições e possibildades da percepção pelos sentidos.

Constitui um tipo de conhecer extremo e oposto do conhecimento lógico-matemático, pois se fundamenta na razão para construir um saber.

Seu principal objetivo de investigação é o fenômeno artístico que se traduz na obra de arte.

Na estética contemporânea, é importante salientar duas tendências:
- ontológica-metafísica, que desloca radicalmente a categoria do belo, substituindo-a pela do verdadeiro ou do verídico;
- histórico-sociológica, que estuda a obra de arte entendida fundamentalmente como documento e manifestação do trabalho do homem, analisada no seu próprio âmbito sócio histórico.

Platão, Aristoteles e Plotino – estética estudada junto com a lógica e ética: o belo bom e o verdadeiro formavam uma unidade com a obra (valores morais).

Embora a expressão “estética” tenha uso recente para designar essa área filosófica, ela já era abordada sob outros nomes desde a Antiguidade. Entre os gregos usava-se frequentemente o termo poética (poeisis) – criação, fabricação -, que era aplicado à poesia e a outras artes.
Aos poucos, a estética passou a abranger toda a reflexão filosófica que tem por objeto as artes em geral ou uma arte específica. Engloba tanto o estudo dos objetos artísticos quanto os efeitos que estes provocam no observador, abrangendo os valores artísticos e a questão do gosto.

Contemporaneamente, sob uma perspectiva fenomenológica, não existe mais a ideia de um único valor estético (o belo) a partir do qual julgamos todas as obras de arte. Cada objeto artístico estabelece seu próprio tipo de beleza, ou seja, o tipo de valor pelo qual será julgado. Os objetos artísticos são belos porque são autênticos segundo seu modo de ser singular, sensível, carregando significados que só podem ser percebidos por meio da experiência estética.

Atividades:

1. Definir:
a) O que é estética?
b) O que é belo?
O que é arte?






AULA: NOVA CIÊNCIA E RACIONALISMO – IDADE MODERNA

Idade Moderna – período em que uma nova racionalidade, nova maneira de entender as coisas fincou raízes e se expandiu para a Europa (Século XV ao Século XVIII).

Movimentos que marcaram o início da Idade Moderna:
- Renascimento cultural;
- Reforma Religiosa;
- Descobrimentos marítimos.

Características:
Feudalismo para capitalismo;
Desenvolvimento do absolutismo como doutrina e forma de poder (estados nacionais modernos – França, Portugal, Espanha e Inglaterra);
Mercantilismo como doutrina e conjunto de práticas econômicas;
Grandes navegações e a expansão comercial marítima (descoberta e colonização do novo mundo).
Reforma protestante – rompia com a concepção passiva do ser humano.
Criação de novos métodos de investigação cientifica – desenvolvimento da ciência natural.
Invenção da Imprensa – desenvolvimento do humanismo.
Visão Teocêntrica (Deus como centro) – Antropocêntrica (ser humano como centro).


 Idade Medieval
 Idade Moderna
Fé e dogmas: a igreja defendia verdades absolutas que não podiam ser questionadas e deveria ser aceitas pela fé.
Racionalismo: toda explicação deve ser baseada na ciência e deve ser comprovada pela experiência.
Teocentrismo: Deus como centro das explicações.
 Antropocentrismo: o homem como centro das explicações.
Geocentrismo: a terra como centro do universo. Ela não se movia, portanto a sociedade deveria ser imóvel.
 Heliocentrismo: o sol como centro do universo. Se a terra se movimento, portanto a sociedade  também, pode ser modificada.
 A classe principal era a Nobreza, que possuía terras (feudos) e apoiada pela igreja não aceitava mudanças sociais.
 A classe principal era burguesia, que não tinha terras, mas enriqueceu e queria deixar de ser visto como pobre, queria mudanças sociais.

Atividades:
Explicar:
a) Renascimento;
b) Iluminismo








AULA: PRINCÍPIOS LÓGICOS FUNDAMENTAIS

A ciência das leis necessárias do entendimento e da razão em geral ou, o que é a mesma coisa, da simples forma do pensamento em geral, designamo-la de Lógica – Kant.

- A disciplina filosófica que se dedica ao estudo das leis, princípios e regras a que deve obedecer o pensamento e o discurso é precisamente a lógica.
- no seu sentindo etimológico, ela é a ciência do ‘logos’. O termo ‘logos’ de origem grega, significa: palavra, discurso, pensamento, razão. Como tal, a lógica terá por objeto o pensamento e o discurso, preocupando-se com a sua correção.
- A psicologia ocupa-se do estudo dos mecanismos e processos mentais, a lógica apenas terá em consideração o resultado desses processos: o pensamento como produto, traduzido em enunciados.
- Torna-se pois, necessário obedecer a determinadas regras para a elaboração dos nossos raciocínios, ou argumentos. A lógica permite estabelecer essas regras, de modo a distinguir os raciocínios válidos daqueles que não o são.

Objeto da lógica formal:
Clarificar o nosso pensamento;
Ajudar a evitar erros de raciocínio;
Distinguir os argumentos corretos dos incorretos;
Explicar porque razão esses argumentos são corretos ou incorretos;
Aprender a argumentar corretamente e avaliar argumentos.

Princípios Lógicos (princípios básicos do nosso pensamento)

a)   Principio de Identidade - de acordo com este princípio, se se coloca uma proposição, temos de colocar a mesma proposição, isto é, uma proposição é equivalente a si mesma ( uma coisa é o que ela é).

Ex.: se eu me chamo Catarina, logo chamo-me Catarina ( verdadeiro que A é A).

O que acima de tudo, importa reter relativamente a este princípio é que ele exige que, no decurso de um procedimento argumentativo ou demonstrativo, se mantenha o mesmo significado dos termos e das expressões.

b)   Principio de (não) Contradição – segundo este princípio, é impossível aceitar uma proposição e, ao mesmo tempo, a sua negação. De acordo com Aristóteles, no que se refere à dimensão lógica, dizemos que é impossível que a afirmação e a negação sejam verdadeiras ao mesmo tempo. (Uma coisa é ou não é - não pode ser e não ser ao mesmo tempo).

Ex.: Se é verdade que me chamo Catarina, então é falso que não me chamo Catarina (Falso que A é B e não B ao mesmo tempo).

- Do ponto de vista ontológico, a mesma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo, segundo a mesma perspectiva, ou, então, é impossível que o mesmo atributo pertença e não pertença ao mesmo sujeito, ao mesmo tempo e segundo a mesma relação.

- Eu sou alta e não sou alta (não entro necessariamente em contradição, posso ser alta em relação à kanita e não ser em relação à Mariana: D).

- Possuindo estas dimensões – lógica e ontológica – o princípio de não contradição estrutura a realidade e o nosso pensamento, estando na base das afirmações que produzimos acerca dessa realidade.

c)   Princípio do Terceiro Excluído – de acordo com este princípio, na sua vertente lógica, sendo dada uma proposição, tem de a afirmar ou de a negar. Segundo Aristóteles, de duas proposições contraditórias, uma delas tem de ser verdadeira e não podem ser ambas falsas, ou seja, não é possível que haja qualquer entre enunciados contraditórios. (Uma afirmativa é verdadeira ou a negação dessa afirmativa é verdadeira - Não existe uma terceira afirmativa verdadeira).

Ex.: Ou eu me chamo Catarina ou eu não me chamo Catarina.
- Na sua formulação ontológica, este princípio diz-nos que uma coisa deve ser ou então não ser, não há terceira possibilidade.

A Importância destes Princípios
Estes três princípios são pressupostos de todo o pensamento consistente. Sem eles, nenhuma verdade pode ser concebida. Sendo leis fundamentais, exigem que lhes obedeçamos se queremos o nosso pensamento tenha rigor e coerência. Quando pensamos e quando traduzimos o nosso pensamento em discurso (oral ou escrito), utilizamos estes princípios, os quais determinam todo o nosso exercício racional.
Eles revelam-se no discurso, porque o discurso é a tradução do pensamento. Todavia, para pensar precisamos não só de princípios, como também de instrumentos lógicos – O CONCEITO; O JUÍZO E O RACIOCÍNIO.





                                        








domingo, 27 de setembro de 2015

AULA DE FILOSOFIA - ESCOLASTICA

Palavra derivada de escola
Filosofia medieval – produção entre os séculos VIII e XIV.
Abrange pensadores europeus, árabes e judeus
Período em que a Igreja Romana domina a Europa.
Escolástica – preocupação com a linguagem.
Compreensão (Bíblia)- literal e simbólico.

TEOLOGIA:Trivium (gramática, retórica e dialética): estudo da linguagem.
                     Quadrivium (geometria, aritmética, astronomia e música): estudo das coisas.

A partir do sec. XII, o aristotelismo marcou definitivamente o pensamento escolástico – descoberta das obras de Aristóteles e sua tradução do grego para o latim.

ESCOLÁSTICA: Fé e razão - harmonização.
                              Estudo da lógica - significativos avanços.
                              Questão dos universais - qual a relação entre as palavras e as coisas?.
Atividades:
Descrever as três frases da escolástica.
Explique o que são “os universais”.
Sobre os universais o que dizem:
-Realismo:
-Nominalismo:

-Realismo moderado.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

O QUE PODEMOS ESPERÁ DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

Atualmente nos deparamos em meio a várias situações que levam, ou até mesmo forçam as pessoas a fazerem questionamentos mais diversos possíveis, principalmente quando o assunto é a educação. Uma verdadeira banalização que toma rumos ignorados onde até mesmo os que se dizem especialistas no assunto não têm perspectivas de futuros promissores.
Achei interessante o texto escrito pelo professor Marcelo Beneti ao tecer critica que só mesmo quem está atuando no segmento é capaz de perceber a veracidade que suas argumentações transparecem ao analisar o panorama atual com que os governantes tratam o tema, e apesar do clamor da sociedade, o que se vê é a degradação cotidianamente do sistema. Vejamos o que o professor fala:
Eis uma grande incógnita: a situação das escolas públicas atualmente. A disciplina não existe mais, professores desmotivados devido aos baixos salários e por não terem mais o respeito por parte dos alunos. O educador não tem força nenhuma para repreender os atos de indisciplina, nem mesmo respaldo para isso; por incrível que pareça, o bom professor hoje é aquele que segura o aluno em sala de aula, ou seja, aquele que não dá trabalho para os diretores e coordenadores pedagógicos.
Assim, não teremos professores suficientes num curto prazo (ou já não temos?). Será que essa pedagogia moderna realmente funciona? Pelo que vemos por aí, cada vez menos nossos alunos sabem escrever, fazer contas simples, resolver problemas. Desculpe, mas para mim isso tem um nome “Pedagogia da ralé”. O que quero dizer com isso: nossos governantes querem justamente um povo que não questiona que não sabe reivindicar  seus direitos, ou seja, um povo facilmente dominável , enquanto que a burguesia continua tendo um ensino de alta qualidade em colégios tradicionais. Esses continuarão no poder, filhos de deputados, governadores, senadores e outros.
O discurso de progressão continuada que me desculpe, é uma falácia, pois isso é a chamada “aprovação automática”, uma vergonha, um sistema onde professores fingem que ensinam e alunos fingem que aprendem. Lamentável dizer que esse sistema de ensino funciona, é só compararmos com antigamente: alunos de quarta série do ensino fundamental escreviam e faziam contas muito melhor do que alunos do 3º ano do ensino médio nos dias de hoje. Será que o ensino tradicional era tão ruim? Será que a reprovação prejudica tanto o desenvolvimento do aluno?  Será que a rigidez do professor deve ser vista  como repressão? Só sei que é visível a queda da qualidade do ensino público, o que é lamentável, pois teremos uma maioria despreparada  e cada vez mais dominada pela elite, teremos cada vez mais professores abandonando a carreira por não terem mais condições psicológicas para lidar com a indisciplina dos alunos, e é isso que nossos governantes querem, a política do “Pão e Circo”.
Com mais aprovações os números na educação melhoram aos olhos do “exterior”, uma mentira maquiada pelos números. Mais uma vez o povo está sendo enganado, sem perspectivas de um futuro melhor.


Fonte: Marcelo Beneti. In: http://www.infoescola.com <acesso em 18 de setembro de 2015>

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

AULA DE FILOSOFIA: PARADIGMA DA PÓS MODERNIDADE

Pós modernidade - Renascimento dos ideais a partir da segunda metade do século 20.
Visão Filosófica da Pós-Modernidade
Tentativa de desconstruir o discurso filosófico ocidental a partir do próprio discurso, tal qual foi elaborado desde a antiguidade clássica.
Ruptura não apenas no âmbito da política e da economia mas, sobretudo, no pensamento das pessoas - fase de grandes transformações

A filosofia pós-moderna reivindica uma posição amadurecida frente ao modelo positivista(modernidade).
Reflexão sobre o destino do homem - que vive em uma sociedade.
Novas formas de tecnologia, cultura e sociedade.

 

Influência da Pós-Modernidade na Organização dos Conhecimentos

As formas de conhecer e de pensar o conhecimento não pode mais seguir uma lógica mecanicista e determinista.

A globalização sobre as maneiras de se pensar e sentir, viver e agir no mundo, afetam as concepções filosóficas sobre a realidade.

Espaço territoriais sem fronteiras, mercados comuns, moedas transnacionais são desafios para a mente humana que não podem coexistir com conhecimentos divididos, hierarquizados, sistematizados:

Atividade:

1. Definição de modernidade.
2. Definir pós modernidade.

AULA DE FILOSOFIA: PATRISTICA

Textos sobre a revelação e fé cristão escritos por padres (a partir do Sec. IV).
Corrente filosófica inspirada na filosofia greco-romana que tenta munir a fé de argumentos racionais.

Aureliano Agostinho (Santo Agostinho):
Doutrinas ensinadas:
Maniqueismo – doutrina persa que afirmava ser o universo dominado por dois princípios opostos o bem e o mal.
Ceticismo – duvida ou nega as possibilidades do conhecimento da verdade.
Neoplatonismo – A verdade como conhecimento eterno deveria ser buscada intelectualmente no mundo das ideias.

Superioridade da alma:
Criada por deus para reinar sobre o corpo dirigindo-o para a pratica do bem.

Liberdade e pecado:
A liberdade humana deriva de uma vontade viciada que alimenta o pecado – não da razão que tenta discernir o que é bom do que é mau.

Atividade:
Tolerância religiosa, o que é?

Descrever os quatros momentos da filosofia medieval cristã.
a) dos padres apostólicos;
b) dos padres apologistas;

c) da patrística;