domingo, 7 de junho de 2015

A CONSCIÊNCIA



Entendimento da consciência
Consciência de si, do que pensa, sente e faz, do tempo, do mundo, e dos outros.

Consciência:
Fenômeno ligado à mente, esfera em que ocorrem diversos processos psíquicos, especialmente o conhecimento.

A consciência caracteriza o ser humana – permite estar no mundo com saber.

Capacidade de pensar – base para as grandes criações humanas como:
-ética, direito, arte, a ciência e a filosofia.

Estar consciente – ato de conhecer, sentir.

No processo de conhecer – a consciência é:
- padrão mental entre o sentimento de si e o objeto.

Questões:
Descrever o conceito de consciência.



O PLANETA NÃO PODE ESPERAR

Há algum tempo li um artigo postado na internet sobre o desequilíbrio ecológico que me chamou a atenção por enfatizar o meio ambiente com o cotidiano das pessoas. Evidências em todo o planeta quanto a escassez de matérias-primas, a extinção de espécies da fauna e da flora nos deixa perplexos e preocupados quanto a sobrevivência do planeta e a consequência manutenção da vida. Na verdade, para o planeta, as transformações são perfeitamente lógicas e aceitáveis quando pensamos na teoria da evolução das espécies. Para os seres humanos é o fim da sua existência.
A poluição acelerada em todas as partes do mundo, a ganância do homem pelo poder e a permanente exploração dos recursos da Terra estão levando o planeta a sua extinção.  O progresso das nações está diretamente relacionado à exploração e devastação da terra em todos os sentidos. O pior de tudo, é que a humanidade parece não estar nem aí para as evidências que a natureza mostra todos os dias. É a lei d física, “toda ação gera um reação”.
O entendimento da humanidade de transformar danificando as paisagens naturais, desmatar as florestas justificando a necessidade de aumentar a produção e proporcionar qualidade de vida as pessoas, acaba por destruir o habitat de muitos animais, interfere diretamente na mudança do clima e acaba comprometendo a sua própria sobrevivência.
De nada adianta controlar a taxa de natalidade para não colocar a sobrevivência do país em risco, como fez a alguns anos a China. Se a população toda a população não se conscientizar de que o planeta é a sua casa. E, como um lugar comum, todos precisam cuidar para manter-se em harmonia, sabendo que suas ações interferem diretamente na vida e no bem estar dos outros.
Além do acelerado processo de destruição da natureza motivado pelo aumento do processo de industrialização, o desperdício é outro fator que contribui para o desequilíbrio ambiental em todas as partes doo mundo. A produção em massa de produtos descartáveis ou feitos para durarem pouco, para estimular o consumismo e alimentar as leis do capitalismo acabam por, de forma silenciosa, modificar o nosso estilo vida, na medida em que o mais prejudicado é o próprio planeta.

 
O fato é que as pessoas não pensam para onde vai todo este lixo produzido pela humanidade. O ser humano produz, mas não reflete sobre o que fazer com os resíduos produzidos e, desta maneira, vai sobrecarregando o planeta de lixo e poluição. Os mares, lagos e rios estão virando depósitos de detritos. As doenças respiratórias estão aumentando, a cada ano, crianças nascendo com problemas pulmonares e ficando doentes com facilidade.
Conservantes, pesticidas e toda forma de produtos químicos utilizados na produção de alimentos gerando doenças, alergias e diversos problemas de saúde para adultos e crianças que os consomem, também interferem na dinâmica do planeta, uma vez que acabam por matar animais, insetos e as pragas causando desiquilíbrio ecológico.

 
Isso tudo nos leva a fazer indagações sobre os valores humanos, a fé e a moral. A final, a humanidade parece ter perdido o senso de valorização, inclusive da própria vida do seu semelhante. É o caos do seu próprio egoísmo e produzir e crescer a qualquer custo, mesmo se isso custe a vida das pessoas. O fato é que atualmente, sobra ambição nas pessoas e falta inteligência. A vida do planeta segue o seu curso, criando e recriando, só nos resta saber até quando. A certeza é que o planeta não pode esperar, e por consequência a vida também não.

domingo, 31 de maio de 2015

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO SÉCULO 21

O século 21, entre tantas questões em evidência, questões que dão destaque a existência humana, o meio ambiente aparece como um tema largamente discutido. O motivo de tanto alvoroço em torno dessa temática são as perceptíveis questões relacionada a natureza que todos os dias vemos e ouvimos. Atualmente, com mais de seis bilhões de habitantes, o nosso planeta começa a dar sinais inconfundíveis de que a pressão de nossas atividades cotidianas não é mais absorvida sem nenhuma consequência. As alterações violentas nos regimes sazonais, o derretimento das calotas polares, o buraco na camada de ozônio, a extinção de espécies, a poluição de rios e mares, o acúmulo de lixo e o desmatamento indiscriminado estão aí para quem quiser ver.
A escola, local constituído institucionalmente para a apreensão e disseminação do conhecimento, apesar dos seus limites também passa a dar sinais de que esse é um tema relevante e portanto, não pode passar despercebido nas suas atividades pedagógicas cotidianas. No entanto, nota-se que no momento em que tantas instituições dão passos significativos direcionados para a conscientização sobre a necessidade do cuidado com o meio ambiente, a escola dorme e apenas sonha com novas ações sem a pratica necessária que a sociedade espera.
Não se pode negar a dificuldade de executar ações ligadas a educação ambiental no ambiente escolar, pois muitas escolas carregadas com suas ações sequer admite novas ações no seu currículo. O Brasil, sem dúvida, o pais que já realizou as melhores ações sobre a temática ambiental editou em 1999, a lei nº 9.795, conhecida como Política Nacional de Educação Ambiental com o objetivo de disseminar e tornar conhecidas as questões ambientais. A lei parece não ter sido reconhecida pela sociedade, pois as escolas que deveriam ser o sustentáculo para a disseminação do referido documento, em muitos casos priorizam ações que pouco sentido faz a vida dos alunos.
O fato é que um assunto com tanta relevância, e que está diretamente relacionado com a vida das pessoas está ficando relegado ao esquecimento uma vez que a degradação ambiental continua em ritmos acelerado. Hoje se perguntar nas escolas brasileiras para alunos e professores se conhecem a Lei nº 9795/99, tantos professores e alunos talvez nem saiba que a mesma existe. Essa é a escola do século 21.

ÉTICA ANTROPOCÊNTRICA E CONTEMPORÂNEA

Idade Moderna: Ética antropocêntrica
Final da Idade Média – Humanismo: concepção moral centrada na autonomia humana.

Immanuel Kan:
Natureza humana – natureza racional (Kant).
Ética e dever – razão humana: razão legisladora capaz de elaborar normas universais.
Ato moral:
Ato praticado de forma autônoma, consciente e por dever – imperativo categórico.
Etica Kantiana – Formal ou formalista (ética universal).

Idade Contemporânea: Ética do indivíduo concreto
Recusa de uma fundamentação exterior transcendental – centra no individuo concreto a origem dos valores e das normas morais.

Friedrich Hegel:
Moralidade assume conteúdos diferenciados ao longo da história das sociedades.
Moral – resultado da relação entre o indivíduo e o conjunto social.
Ética vinculada a história e a sociedade.

Karl Marx:
Moral – produção social que atende a determinada demanda da sociedade.
Forma de consciência própria a cada momento do desenvolvimento da existência social.
Moral forma assumida pela ideologia dominante – valores necessários a manutenção da sociedade.

Jürgen Habermas:
Ética discursiva: fundamentada no diálogo e no consenso entre os sujeitos.
Razão – fundamentação última para a ação moral.
Razão comunicativa – interpessoal e não subjetiva: Trata-se de uma razão processual e não definitiva e acabada.
Ética discursiva: democrática e não autoritária.

 
 
 
 

sábado, 30 de maio de 2015

PRÉ-SOCRÁTICOS – PITÁGORAS E HERÁCLITO

Pitágoras:

- Todas as coisas são números.
- Associação de acordes musicais com proporções aritméticas.
- Cosmo harmônico regido por regido por relações matemática.
-Teoria da harmonia das esferas.

Arché – estrutura numérica, matemática, da realidade.

Os pitagóricos acreditavam os corpos eram constituídos por pontos e a quantidade de ponto definiria suas propriedades.
O mundo teria surgido da imposição de formas numéricas sobre o espaço.
Principal propósito da existência humana (Pitágoras). Purificar a alma e elevar suas virtudes.

Questão: Em sua opinião, seria possível estabelecer alguma relação entre o pensamento de Pitágoras e a ciência moderna? Porque?

 Heráclito:
- A realidade é dinâmica.
- A vida está em constante transformação.
- Tudo flui, nada persiste nem permanece o mesmo.

“O ser não é mais o que vir a ser”.

Tu não podes descer duas vezes no mesmo rio, porque novas águas correm sobre ti.
Visão da realidade agonista (relativo a luta) – luta de forças contrárias.

O fogo: elemento primordial da natureza.
A medida do ascender a apagar do fogo seria determinado pelo logos – o pensamento, a razão.

A escola do pensamento de Heráclito é chamada de mobilista.
Heráclito: primeiro representante do pensamento dialético.

 
 
 
 

 
 


AULA : EXPLICANDO O MÉTODO DIALÓGICO DE SÓCRATES

Método dialógico: método em forma de diálogo
Finalidade: atingir conhecimento mais profundo, essencial e verdadeiro sobre as coisas

Denominação do método: Maiêutica.
Maiêutica: Ciência ou arte do parto
Significado de maiêutica: dar a luz a pensamentos, conhecimentos.

Conhecimento progressivo: perguntas adequadas para ampliar a consciência de si mesmo e das coisas.
Dor das descobertas: É a dor da dúvida, do conhecimento, do ampliar da consciência.

Dois momentos do diálogo (dialética):
- Primeira etapa - Refutação (ironia); contestação, negação sobre determinado assunto. A primeira virtude do sábio e adquirir consciência da própria ignorância.
- Segunda etapa - Maiêutica. Arte de ajudar a dar a luz (trazer a luz o conhecimento).

"Só sei que nada sei" - Sócrates reconhecia sua ignorância a respeito de temas que a maioria das pessoas acredita conhecer. O único grande conhecimento que admitia conhecer era a arte de perguntar.

 
 
 
 


FILOSOFIA: RESUMO PARA O SEGUNDO SIMULADO 20015.

A filosofia é algo fascinante na medida em que as pessoas se deparam com a realidade e começam aa fazer questionamentos, embora simples, porém referente a sua própria existência. Esse é o verdadeiro sentido refletir sobre as ações cotidianas e dar sentido a vida. Tem pessoas que infelizmente, não sabem nem por que existem. O argumento, a critica, a afirmação e a negação são questões intrínsecas na nossa vida. A razão de existir é algo que cada um individuo deve descobrir por si só.
Pensando na melhor forma de organizar o conhecimento para as atividades de filosofias em relação aos conteúdos propostos para o segundo bimestre aos alunos do ensino médio, procuramos sistematizar os assuntos de forma que ao visualizá-los o aluno possa remeter o pensamento ao que fora estudado e apriori e a partir dos mesmos fazer suas indagações e organizar-se didaticamente para melhor estudar.
 
PRIMEIRO ANO - ENSINO MÉDIO

Dúvida cartesiana (René Descartes) - Passo a passo - Metódica.
Argumentos para a dúvida metódica:
- Erros dos sentido;
- Gênio maligno;
- Deus Enganador.
Penso logo existo (Cogito Ergo Sun) - Resultado da dúvida metódica.
Principal meio ou instrumento da filosofia - o bom uso da palavra   
Importância da linguagem - seres linguísticos.
Método de Sócrates em forma de dialogo - dialógico.
Dialética socrática-platônica - dois momentos: Refutação (ou ironia e Maiêutica).
Maiêutica - dar a luz ao conhecimento , novo saber.
 
SEGUNDO ANO - ENSINO MÉDIO
Racionalismo - doutrina que reconhece: A razão humana.
Orientações da teoria do conhecimento: Racionalismo e Empirismo.
Teorias antagônicas para atingir a verdade: Dogmatismo e Ceticismo.
Teoria Kantiana - superação do impasse entre dogmatismo e ceticismo: Criticismo.
Cosmogonia: explicação para a origem do universo baseado nos mitos.
Tales de Mileto - origem única das coisas: água.
Principal reflexão dos pré-socráticos: cosmologia.
Origem da filosofia: deslocamento das leis do âmbito sagrado para a esfera humana.
Realidade indeterminada proposta por Anaximandro: Ápeiron.
Características das cidades gregas (Atenas): Discussão politica em praça pública.    

TERCEIRO ANO -ENSINO MEDIO
Definição de ética: Ciência pratica que examina e estuda valores morais de uma sociedade ou grupos.
Sujeito ético e moral: aquele que sabe o que faz, conhece as causas e os fins de suas ações, o significado de suas intensões e atitudes e a essência dos valores morais.
Para Aristóteles o homem é por natureza um animal politico:  porque tem necessidade de conviver com seus semelhantes.
Conjunto de regras que orientam o comportamento dos indivíduos e de um grupo social:   Moral.
Livre-arbítrio: possibilidade de agir de modo diferente do que agimos.
Moral precede a Ética na aplicação social, costume que pode variar na sociedade: ferramenta de trabalho da ética.
Estado - instituição social dependente da vontade impositiva da maioria:  Democracia.
Determinismo:  Fatos baseados em causa, determinação de caráter natural ou sobrenatural.
Tipos de determinismo: Pre-determinismo, pós-determinismo, co-determinismo.
 
 

domingo, 24 de maio de 2015

O BRASIL E SUA POLITICA ECONÔNIMA: ONDE ESTÁ A PÁTRIA EDUCADORA?

Os brasileiros assistiram na última semana (22/05/2015) o noticiário sobre os cortes no orçamento programado pelo Ministério do Planejamento para o ano de 2015. A grande controvérsia e motivo de críticas a presidenta da república brasileira Dilma Rusself foi o corte no recurso destinado a educação, uma vez que o seu slogan oficial é: Brasil – Pátria Educadora.
Os maiores cortes são: Ministério das Cidades: R$ 17,23 bilhões (de R$ 31,74 bilhões para R$ 14,51 bilhões, 54%). Ministério da Saúde: R$ 11,77 bilhões (de R$ 103,27 bilhões para R$ 91,5 bilhões, 11,3%). Ministério da Educação: R$ 9,42 bilhões (de R$ 48,81 bilhões para R$ 39,38 bilhões, 19,3%).
Segundo o Ministério do Planejamento o objetivo é contingenciar despesas no orçamento, é tentar atingir uma meta de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública) para todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) de R$ 66,3 bilhões em 2015.
Observa-se que em meio aos maiores escândalos de corrupção no país, em muitos casos orquestrados pela própria equipe do governo, como é caso da Petrobrás, o governo busca pagar a conta retirando da sociedade o que por direito constitucional lhe é proporcionado: a saúde e a educação.
As contradições entre o discurso e a pratica dos governantes e dos legisladores brasileiros que dizem estar exercendo suas funções em nome do povo, na verdade apenas defendem seus próprios interesses em detrimento da permanência do povo na ignorância e dessa forma, mantendo o povo alienado e sem poder de argumento critico se perpetuam no poder.

Veja os demais cortes no orçamento:

 
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/05/cidades-saude-e-educacao-lideram-valor-de-cortes-no-orcamento.html

ÉTICA NA HISTÓRIA

A ética na antiguidade.

A ética nasceu na Grécia - contexto mítico e religioso
Regras de comportamento para permitir o convívio entre indivíduos.
Para Platão, todas as formas de governo poderiam ser resumidas em quatro, todas produtoras de homens não éticos:

1. Timocracia. O regime dos amantes da riqueza, onde o poder é partilhado apenas entre os membros das oligarquias, palavra que em grego significa “governo de poucos”, restringindo-se ao controle exercido pelas famílias mais ricas e proeminentes que formam a nobreza.
O poder é transmitido hereditariamente, sem possibilidade de alternância ou de compartilhamento.

2. Oligarquia. O regime decidido pela transação de fortunas, governado pelos ricos, independente de sua origem familiar, sem nenhuma participação dos pobres.
Onde o que é valorizado é a capacidade econômica e não a virtude.

3. Democracia. O governo da Pólis ao gosto de cada um, com representantes eleitos ou cidadãos participando diretamente, estabelecendo acordos para pautar leis, as quais os indivíduos devem se adaptar.

4. Tirania. O sistema em que um homem, o tirano, assume o poder sob pretexto de beneficiar o coletivo, mas que na verdade representa seu desejo por bajulações, demonstrando total ausência de virtude e pobreza de alma.
Antes de Aristóteles, herdeiro da tradição socrática, Platão tratou a ética como componente indissociável da vida política, da harmonia entre os habitantes da Pólis.

A ética medieval.
A Idade Média foi dominada pelo catolicismo na Europa Ocidental, pautando uma ética vinculada com a religião e dogmas cristãos, dominando o panorama conceitual entre o século XI e XIX;
O catolicismo alterou profundamente a ética, introduzindo a ideia de que a bondade, uma vida virtuosa, só podia ser alcançada pela vontade de Deus, desvinculando a felicidade da racionalização do mundo.

A ética moderna.
Entre os séculos XVI e XVIII, as discussões éticas estiveram centralizadas no embate entre racionalismo e empirismo.
Os preceitos religiosos começaram a perder força, em uma tentativa da ética se sobrepor a moral, universalizando e discutindo princípios de convivência em sociedade.

A ética contemporânea.
Ao separar o conhecimento da religião, no século XVIII, o iluminismo inaugurou uma releitura da ética, estabelecendo críticas que voltaram a centralizar o foco na razão, apostando na autonomia humana e na crença otimista no progresso.

A crise da ética.
O século XX, centralizado na sociedade de consumo e no individualismo, desvirtuou o caminho da preocupação com a coletividade no mundo Ocidental capitalista, inaugurando a crise da ética em sentido amplo.
A ética passou a ser um termo comum na boca de todos, mas esvaziada de sentido concreto, conceitualmente interpretada pelo senso comum de forma torta e equivocada.
Simultaneamente, a ética profissional passou a dominar o cenário globalizado,

Para saber mais:
ARISTÓTELES. A ética; textos selecionados. São Paulo: Edipro, 2003.
BENTHAM, Jeremy. Uma introdução aos princípios da moral e da legislação. São Paulo: Abril Cultural, 1974.
DESCARTES, René. Discurso sobre o método. São Paulo: Hemus, 1972.
HUME, David. Ensaios morais, políticos e literários. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
MACIEL JR, A. Pré-socráticos: a invenção da razão. São Paulo: Odysseus, 2007.