domingo, 8 de novembro de 2015

AULA DE FILOSOFIA – ARTE E EDUCAÇÃO

Especulações estética: associar o:
- Belo ao bom;
- Mal e feio;
- Ética e bela atitude.

Educação estética – Educação ética (Friedrich von Schiller).
- Forma de harmonizar e aperfeiçoar o mundo e de o indivíduo alcançar sua liberdade.
- O belo desperta o bom no indivíduo – menos pressão e insatisfação.
- EDUCAÇÃO – INDIVIDUO MELHOR

Arte e indústria cultural
- Arte ideal: servir à necessidade do espirito humano e não mercado do século.
- Industria cultural: interesse do capitalismo (Theodor Adorno) como qualquer outro produto do mercado.


Atividade:
1. Analise a relação entre arte e cultura de massas, tendo como referência o problema apontado por Schiller há cerca de dois séculos: “Hoje, porém a carência impera e curva em seu jugo tirânico a humanidade caída. O proveito é o grande ídolo do tempo; quer ser servido por todas as forças e cultuado por todos os talentos”.


AULA DE FILOSOFIA – RACIONALISMO RADICAL

Baruch Espinosa:
Racionalismo radical caracterizado pela crítica às superstições:
Religiosas:
Políticas e;
Filosóficas.
A fonte de toda superstição é a imaginação incapaz de compreender a ordem do universo.

A natureza racional de Deus:
- Deus não criou o mundo, nem está fora do muno - Deus é o próprio universo.
- DEUS = NATUREZA

Monismo espinosiano
Substancia – aquilo que não precisa de nada fora de si para existir.
                         (Totalidade das coisas).
                    - Concepção monista da realidade.

                     - Deus é infinito – a infinitude é um atributo, faz parte da sua essência.

Deus Imanente;
- Efeito da sua potência infinita – todas as coisas.
DEUS – Natureza Naturante: substancia e seus atributos como atividade eterna e infinita causadora do real.
DEUS – Natureza Naturada: totalidade dos efeitos ou modos da atividade da Natureza Naturada.

Atividade:
1. Para os racionalistas do século XVII, a essência do ser humano é a razão. Pascal e, mais tarde a psicologia do inconsciente questionaram essa afirmação, no entendimento de que a racionalidade não tem tanta hegemonia na alma ou mente humana.
Qual é a sua interpretação a respeito desse tema?
Como você vê a si mesmo e as pessoas que conhece?
Reúna-se com os colegas para debater esse tema.




terça-feira, 3 de novembro de 2015

O TEMPO NÃO PÁRA

Atualmente, a humanidade se vê perplexa diante dos fenômenos corridos em relação a natureza. Alagações em alguns lugares, falta de água em outros, furações, desbarrancamento s e muitos outros.  Mudanças no planeta de ponta a ponta e a humanidade atônita, sem saber o que fazer. Desesperos, choros, desolações e a natureza impando cada vez mais a sua força. O que fazer?
O fato é que o planeta pede socorro. Todas as as catástrofes ambientais são previsíveis se observarmos as mudanças que o ser humano fez no planeta, nos últimos anos. A população aumentou, as cidades cresceram, consequentemente a destruição também aumentou. Tudo em nome do progresso. O progresso que toadas as pessoas almejam.
Quando falamos em progresso, não podemos nos esquecer que o mesmo é o resultado do acelerado uso dos recursos naturais, A partir deste principio, ninguém precisa ser cientista para entender que os recursos existente no planeta são finitos e uma hora vai acabar. Da mesma forma, a inserção antrópica em lugares inadequados ou gere grandes impactos acaba por modificar todo um ecossistema que terá como resultados os fenômenos vivenciados atualmente
Há pois, um dualismo crescente na terra que implica reflexões urgentes: água e calor. A temperatura mundial está totalmente descontrolada e não há o que fazer,. Aliás, há sim o que fazer, no entanto ninguém quer parar de ter conforto e buscar o progresso pessoal. Em um mundo onde todas as pessoas lutam para ter sempre mais, não haverá natureza que suporte tanta degradação. Educação Ambiental poderia ser uma saída, porém educar ambientalmente não parece ser tão fácil, quando os governantes não investem sequer na educação básica formal. As futuras gerações terão muito o que lamentar, pois o tempo não pára.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

AULA DE FILOSOFIA: EXPRESSÃO CRIATIVA DA SENSIBILIDADE

Arte: a pratica de criar formas perceptíveis expressivas do sentimento humano.

Pratica de criar - a arte é produto do fazer humano – combinação de habilidade e imaginação.

Formas perceptíveis – a arte caracteriza-se em formas capazes de ser percebidas por nossa mente.
- Formas estáticas;
- Formas dinâmicas.

Expressão do sentimento humano – a arte é sempre a expressão dos sentimentos humanos.
- Emoção (diante do que amamos);
- Revolta (Problemas da sociedade).

Fenômeno social – vinculação à terminada sociedade.
- O artista é ser social;
- A obra de arte é percebida socialmente pelo público;

Fenômeno universal – encontro do ser humano com a eternidade.
- a obra de arte tende a permanecer viva através dos tempos;
- a estabilidade de algo imortal feito por mãos mortais (Hannah Arendt).

Exercícios:
1. Comente esta afirmação de Lukács: “O artista vive em sociedade e – queira ou não – existe uma influência recíproca entre ele e a sociedade”.

2. Se a arte mantém uma relação dinâmica com a sociedade, modificando-se no tempo, o que faz com que ela seja mero produto de condicionamentos históricos ou ideológicos? O que distingue a realização artística das outras realizações humanas?









AULA DE FILOSOFIA: GRANDE RACIONALISMO

O conhecimento parte da razão:
René Descartes – Dúvida metódica.
- Penso logo existe (base da sua filosofia) – ser humano pensante.
- Para conhecer a verdade é preciso colocar todos os nossos conhecimentos em dúvida.
- Questionar e analisar.

Dualismo – duas substancias distintas e separadas:
- Substancia pensante (res cogitans) – esfera do eu ou da consciência;
- Substancia extensa (res extensa) – mundo corpóreo, material.

Ser humano, duas substâncias – pensante e extensa.
Natureza, uma substancia – extensa.

Idealismo – o ser pensamento;
Consciência, algo mais certo do que qualquer corpo;
Matéria, algo apenas conhecível por dedução da mente.

Racionalismo:
Desconfiança nas percepções sensoriais pois elas induz aos erros do conhecimento humano.

Exercícios:
1. Destacar as quatros regras básicas formuladas por Descartes capazes de conduzir o espírito na busca da verdade.







AULA DE FILOSOFIA: METAFISICA – PROBLEMAS DA REALIDADE

Metafísica:
Ciência do ser enquanto ser.
Estudo que busca a realidade fundamental das coisas, sua essência.

O que é o ser:
Qualquer coisa que é – qualquer coisa que existe (ente).
Cada ente tem algo que lhe é inerente, intrínseco e essencial.

Problemas da realidade:
Como as pessoas veem a realidade?
- Sua origem; Propósito; Finalidade;
- Constituição das coisas, relação, ordem ou hierarquia.

Conceitos da metafísica:
Substância – o que está ou permanece sob (por baixo), suporte, sustentáculo.
Realidade necessária e constante desse ser.

Devir ou vir a ser:
Processo de transformação dos seres e das coisas, conjunto de mudanças que se manifestam à medida que o tempo evolui.

Causa e causalidade (por que?):
Todo fenômeno tem uma causa.
O que dá origem ou induz a algo, o que determina.

Fim e finalismo (para que?):
Objetivo para o qual apontam os seres, os acontecimentos ou as ações (fim).
Causa final (finalismo)



domingo, 25 de outubro de 2015

AULA DE FILOSOFIA: BELO – VISÕES IDEALISTA E EMPIRISTA

Idealismo (Teoria da Ideias): a verdadeira realidade está no mundo das ideias, das formas inteligíveis, acessíveis apenas à razão.
- Duas realidades diametralmente opostas – Mundo das ideias e mundo sensível (dualismo platônico);
 
Materialismo (Teoria Materialista): corrente de pensamento que afirma a precedência da matéria sobre o espírito ou a mente.

Kant:
- O juízo estético não é guiado pela razão e sim pela imaginação;
- É o que nos proporciona prazer (subjetivo);
- Belo é o que apraz universalmente sem conceito (juízo estético).

Hegel:
Beleza – perspectiva histórica;
Depende do momento histórico e do desenvolvimento cultural;
Capacidade estética é uma Evolução espiritual, construções histórico-sociais;

Schopenhauer:
- A arte traz alivio ao sofrimento humano diante da permanente insatisfação d vontade;

- Algo mais universal, até mesmo do que o conhecimento cientifico.


Materialismo


AULA DE FILOSOFIA: A PROCURA DE UM MÉTODO

Francis Bacon:
- Ciência como técnica;
- Valorização da pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o ser humano.
- Teoria dos ídolos (o cientista deveria se libertar dos ídolos).

Método Indutivo:
Observação atenta e rigorosa da natureza;
Organização racional dos dados colhidos empiricamente;
Formulação de explicações gerais (hipóteses);
Comprovação ou não da hipótese formulada mediante experimentações repetidas

Galileu Galilei:
Método matemático-experimental:
- Observação dos fenômenos naturais;
- Realização de experimentações para comprovar uma tese;
- Valorização da matemática como instrumento capaz de enunciar as regularidades observadas.

Atividades da Pag. 261:

Questões do nº 5 a 8.


AULA DE FILOSOFIA: METAFISICA – A BUSCA DA REALIDADE ESSENCIAL

Questionamentos:
- Quem somos?
- De onde vimos?
- Pra onde vamos?
- Como surgiu tudo: O universo, a vida, o ser humano?
- De que se constituem as coisas: matéria, energia, espírito ou algo mais?

Explicações do mundo - mito, religião e cientifico:
- Mitos e sistemas religiosos;
- Astrofísica;
- Biologia;
- Ciências.

Metafísica:
Investigar o mundo em que vivemos é experiência humana básica e necessária à nossa adaptação à realidade, à vida, à existência.
Filosofa indaga de maneira metódica e racional o que é o mundo que no envolve.

A metafísica tem o ser por objeto:
É a busca fundamental das realidade fundamental das coisas, sua essência.
Tentativa de saber como as coisas são de verdade, livre das aparências.
É a ciência do ser enquanto ser (Aristóteles).

Atividades:
a) Explicar a expressão “ser enquanto ser”.



sexta-feira, 23 de outubro de 2015

EDUCAÇÃO INDO POR ÁGUA À BAIXO

Lendo um artigo do governador do Estado de Rondônia, Confúcio Moura, aliás o Estado onde nasci, me criei, estudei, trabalho e vivo até hoje, me senti lesado por ter apostado na sua gestão. O governador diz que em relação a educação o que todos tem que fazer e ter vergonha na cara, inclusive ele mesmo. Ora, se o próprio governador que deveria usar seus recursos políticos e a máquina administrativa e sua capacidade de gestão para melhor este segmento considerado essencial para o desenvolvimento do Estado, admite que o que falta é vergonha na cara e usa os meios sociais para se pronunciar dessa forma, então pode acreditar, estamos mesmos perdidos e sem rumo.
Como educador sempre acreditei na educação como forma de transformação da sociedade, progresso e qualidade de vida das pessoas, no entanto, o Brasil passa por um momento vergonhoso politicamente e a educação deixou de ser prioridade e a consequência disso é a falta expectativa da sociedade que de tando ser enganada já não acredita em mais nada.
Conversando com alguns amigos de trabalho sobre a informação de que há uma expectativa de aumento do piso salarial do professor,  todos foram unânimes em dizer que "se fosse para aumentar o salários dos políticos brasileiros tudo seria votado e aprovado no mesmo dia, sem discussão, manifestações dos mesmos na rua e demais formas de pressão". Isto sim, ao meu ver é falta de vergonha na cara, inclusive da sociedade que não não reage e tudo aceita passivamente.
O fato é que a educação no Brasil está indo por água à baixo. A sociedade deixou de acreditar no conhecimento e na transformação que o mesmo proporciona. A escola deixou de ser um lugar onde os alunos buscavam conhecimento para ser mais um refúgio, um esconderijo onde o mesmo faz tudo o quer fazer longe dos pais. O que não faz mesmo, é estudar.
O professor deixou de ser referencia na sala de aula. Aliás as salas de aulas se tornaram um ambiente de comunicação via redes sociais onde o professor pode entrar e sair, ministrar ou não uma aula  e fica por isso mesmo. Muitos alunos passam o tempo e nem se quer dão conta da presença do professor. Isso sim, é falta de vergonha na cara.
Vergonha na cara para mim é a falta de vontade e capacidade dos governantes de investir na educação. E, quando falo em investir na educação, quero dizer pagar salario justo aos professores e aos demais profissionais desse segmento. É inadmissível ver professores trabalhando nas escolas municipais, estaduais e particulares para obter e manter um padrão de qualidade de vida a si à sua família. Não há ser humano que possa manter instabilidade emocional vivendo nessa correria todos os dias. Mas frustante é quando se percebe que profissionais sem qualquer qualificação no mesmo governo ganham super salários, enquanto o professor que é uma profissão que exige nível superior não tem alguma perspectiva de bons salários, isso sim, é falta de vergonha na cara...

Leia o artigo:

EDUCAÇÃO: é preciso criar vergonha na cara

20 DE OUTUBRO DE 2015 • DESTAQUES • VISUALIZAÇÕES: 342
No caso do Brasil, a educação é uma política, que antes de mais nada, o que precisa mesmo é de vergonha na cara. De mamando a caducando, de governo às famílias, o que precisa mesmo, é de vergonha na cara. Quando leio que a Bolívia, Peru, Paraguai têm a educação melhor do que o Brasil, o que posso lhes dizer, que é preciso criar vergonha na cara. vergonhanacaraQuando menino, levei muita surra, minha mãe e pai, quando me metia o cinto na bunda, repetia, crie vergonha na cara – na educação do Brasil inteiro, o que precisa mesmo é de vergonha na cara. Desviar um real da educação por corrupção – além de crime, o camarada precisa é de levar uma surra para criar vergonha na cara. Quando o pai e mãe, a não ser que sejam analfabetos, não se preocupa com o estudo e o conhecimento do filho, porque estes pais precisam é de vergonha na cara. Da mesma forma a escola que finge em ensinar, desligada e desleixada,  toda ela, precisa criar é vergonha na cara. Uma escola que recebe o investimento necessário e que seus alunos não aprendem nada, é melhor que esta escola deixe de fingir de ser escola, porque todo mundo precisa criar é vergonha na cara. Chega de reunismo, que não leva a nada, de teorias bobas, que não levam a nada, de ideologias fanáticas, que não levam a nada, o que precisa mesmo é ensinar o menino a ler, escrever e a contar – e no mais mesmo, é criar vergonha na cara. Porque todo mundo sabe o que tem que fazer para melhorar, todo mundo está de saco cheio de saber o que deve ser feito e que não faz, por medo, sacanagem, rolo, embromação, falta de patriotismo e a meninada solta que nem bicho no mato, fazendo o que bem quer, o IDEB lá embaixo, vergonhoso – o que é que falta? – Vergonha na cara. Olhe bem, eu sou governador e estou falando isto tudo, por certo, a carapuça serve pra mim também, eu sei disto, e aceito e me incluo neste pacote, de todos os prefeitos, governadores e presidentes deste país, que juntos, precisamos é tomar vergonha na cara. É passar óleo de peroba na cara de todos nós. Nós estamos vendo a juventude cair no buraco, despreparada, sem rumo, zazando pelas ruas e shoppings, dia inteiro no “zap”, enquanto isto o IDEB está no fundo do poço. Tem corrupção no Brasil, estamos vendo todo dia no noticiário, mas, o maior de todos os crimes, é não cuidar das crianças como deve ser feito